Vi na Galileu uma tala de material hi-tech que eu amaria ter usado.
Nada dessas de gesso e faixas que geralmente usamos, essa tala tem a função de tratar de faturas e monitorar a musculatura ao redor da fratura em tempo real e também enviar os dados para um PC via Wi-fi para a equipe médica.
Foi um estudante brasileiro de design, que apresentou um conceito que poderia trazer a alta tecnologia e as redes sociais para o tratamento de fraturas ósseas.
Batizado de “Bone” (osso, em inglês) o “gesso high tech” possui sensores eletromiográficos espalhados por toda a tala imobilizadora, monitorando a musculatura ao redor da fratura.
As informações seriam envidas a uma comunidade na internet para que médicos e pacientes pudessem compartilhar as experiências e ajudar uns aos outros. Muito hi-tech!
Bones from Pedro Andrade on Vimeo.
No vídeo acima vimos uma pessoa desempenhando muitas funções enquanto a tala capta e envia os dados.
Na real, quando eu tive a fratura de rádio distal, eu não conseguia fazer nem um terço das coisas que esta moça faz no vídeo. As dores e a própria atrofia por causa do tempo de imobilização não permitiam muitos movimentos. Por isso que até hoje eu tiro meu chapéu para a fisioterapia!
Essa eu adorei!
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