22 de fev de 2011

127 horas

Sábado quatro e meia da tarde estava no shopping com o namoridão, encaramos uma sessão angustiante de cinema.

127 horas conta a estória veridica de um rapaz super independente, aventureiro, tipo livre - chamado Aron Ralston - que ao se lançar nos sulcos do Canyon sofreu um acidente que permaneceu preso e teve que amputar o proprio braço.



Tenho o Aron como um heroi. Um campeão, vitorioso, um cara acima da média.

Na ocasião da minha fratura tive dores horríveis, caimbras, impaciência, revolta, desespero, sensação de incapacidade, e paralisia dos músculos do todo o lado esquerdo.

Aron demostrou em sua estória um ser muito iluminado, sangue frio e de um controle; que foi isso que o manteve VIVO! Admiro ele por isso :) Estória comovente de pura superação.


Filmão!


bjus

15 de fev de 2011

Acho que eu vi um gatinho

12 de fev de 2011

Fisioterapia

Já havia feito 40 sessões de fisioterapia após a 1ª cirurgia.

Fiz amizade com as pessoas de lá.

O resultado disso, foi receber um convite de casamento da Raquel e seu respectivo noivo.

Raquel, pessoa extremamente alegre, falante que operou o joelho. Gosto muito dela, não poderia deixar de ir.
Operei numa quinta-feira e no sábado estava eu lá pós operada no banco da igreja super emocionada vendo ela entrar de salto, sendo que está se recuperando de uma cirurgia no joelho.

Fiquei até as 21:30 na festa e voltei pra casa feliz da vida porque pude prestigiar um momento importante da vida da minha colega de fisioterapia.

Conheci pessoas que adquiriram tendinite, outras com bursite, outras com perna quebrada, braço quebrado (assim como eu), com síndrome do tunel do carpo e digo: tem gente com tudo quanto é problema.

Além da fisioterapia fazemos muitas sessões de risoterapia e batepapoterapia.

Com tudo isso aliado ao profissionalismo do pessoal da clínica a nossa reabilitação (que é um processo super dolorido) é mais suportavel.

Acredito que bom humor, carinho, empatia, também ajudam a reabilitar o ser humano.

bjus

2 de fev de 2011

Maçã C Maçã V

“Eu adoro todas as coisas e o meu coração é um albergue aberto toda a noite. Tenho pela vida um interesse ávido que busca compreendê-la sentindo-a muito. Amo tudo, animo tudo, empresto humanidade a tudo, aos homens e às pedras, às almas e às máquinas, para aumentar ,com isso, a minha personalidade. Pertenço a tudo para pertencer cada vez mais a mim próprio e a minha ambição era trazer o universo ao colo como uma criança a quem a ama, beija.” 
Álvaro de Campos
 
Lindo demais!!!!